T odos já ouviram o ditado: “-Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” . Alguém na igreja até diz: “-Não olhe pra mim, olhe pra Jesu...

Olha Para Nós

Todos já ouviram o ditado: “-Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Alguém na igreja até diz: “-Não olhe pra mim, olhe pra Jesus”. Mas a ordem do Reino é inversa: “-Olha para nós”. (At 3.4). Pedro e João podiam pedir aquela geração para olhar para eles. Será que, enquanto igreja, podemos olhar para nossa cidade e dizer: “-Olha para nós”?

“O obreiro deve ser modelo para ser imitado (Fp 3.17; 2 Ts 3.9), não só no ensino, mas na conduta, no amor, na fé e na pureza”. (1 Tm 4.12).

Porque não somente no ensino?

Porque “... a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá”. (Lc 12.48).

O Apóstolo Paulo enobrece o ministério de um obreiro: “se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”. Mas também diz: “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo!” (1 Co 11.1). Se Paulo imitava Cristo, nós também devemos ouvir com atenção o ensino do Senhor: “- Haverá maior cobrança àqueles a quem mais foi dado”.

A Ética Ministerial envolve o dever do ministro de apresentar-se francamente diante de todos, como modelo para ser imitado (Fp 3.17; 2 Ts 3.9), não é só no ensino que se percebe um obreiro, mas na conduta, no amor, na fé e na pureza. Em 1 Tm 4.12 lemos: “-...sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza”.

Conclui-se que é urgente levar o Ministério mais a sério. Lucas mostra que no ministério de Jesus não tinha apenas palavras, mas ele o fazia. (At 1.1).