Estudo bíblico, mensagem, reflexão e fé

Estudo bíblico, mensagem, reflexão e fé


Todas as religiões levam a Deus? Um jornalista e apresentador de sucesso na televisão brasileira está para começar um novo programa –...

Todas as religiões levam a Deus?

Todas as religiões levam a Deus?
Todas as religiões levam a Deus?


Um jornalista e apresentador de sucesso na televisão brasileira está para começar um novo programa – e eu resolvi ler sua entrevista. Ele disse que vai discutir assuntos polêmicos, mas não quer se posicionar sobre nenhum deles:

— "Não será um tribunal".

O tal intelectual deu a entender que não está preocupado em esgotar um assunto, ou procurar o lado correto de um tema.

Ou seja, falar que alguma coisa é verdade, e que outra é mentira não está na moda. As pessoas que ousam falar em verdade absoluta são ridicularizadas. 


Está na moda dizer que tudo é relativo. Fizemos até uma expressão que sai da boca das pessoas automaticamente:

— "Eu acho que não tem nada haver".

Usamos este ditado sempre que nos falta o argumento. Queremos dar um jeitinho nas coisas. A verdade se tornou um subproduto da mente estereotipada de fanáticos.


Já dizia o famoso ditado romano:


"Todos os caminhos levam a Roma."

Tudo é bom. Tudo é relativo. Todas as religiões levam a Deus. E neste "relativismo burro" as pessoas também vão se "emburrecendo" – tanto na fé, como no pensamento secular. 

Analfabetismo funcional

Algumas pesquisas indicam que a maioria dos estudantes norte-americanos já não é capaz de entender corretamente uma simples página de jornal. No Brasil vemos crianças se tornando alienadas pelo método Freire de ensino nas escolas públicas – e os dados são ainda mais alarmantes.

Se não há uma verdade absoluta, porque buscá-la? As mentes vão se atrofiando – pois não sentem necessidade de se aplicar na busca pela verdade. Buscar conhecimento hoje não é para buscar a verdade, mas para conquistar coisas. 

Indiferença na igreja

Nas igrejas, igualmente, muitas pessoas ficaram sem desejo de se aprofundar no conhecimento pela verdade.

Basta-lhes um torrão de açúcar:

Uma mensagem ou canção carregada de emocionalismo barato.

Uma pregação neutra, estimulante, motivacional.

Uma benção; uma cura; uma prosperidade; um calmante espiritual; um entretenimento.

Algumas regrinhas religiosas, usos, dogmas, adendos, paliativos para a consciência que – prefere usar estas muletas – em vez de se aplicar na busca de Deus e sua verdade.

Falta compromisso com a verdade.


As boas obras não substituem a verdade

O Senhor Jesus nos revela que existe uma verdade absoluta e no que isto implica: 

— “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (Jo 8.32) 

A pessoa livre abre mão de toda e qualquer coisa pela excelência de algo maior.

É neste ponto que vão argumentar: 

— Existem coisas boas em todas as religiões. 

Mas este argumento é falho. Não estamos medindo a bondade, humanidade, cumplicidade ou fraternidade de ninguém. Boas obras são frutos da moralidade humana. Cremos que foi Deus quem fez do ser humano um ser moral. As boas obras, porém, não justificam o homem: 

— "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos". (Ef 2:8,9,10)

Existe algo maior, pelo qual vale a pena abrir mão de todas as coisas. Estamos falando de uma verdade que possa ser acessível racionalmente – uma verdade absoluta. Dizer que todas as estradas são iguais é uma diplomacia barata. Em algum momento você precisa fazer uma renúncia, em favor deste ou daquele caminho. 


Confrontando nosso modelo de mundo 

Jesus nos conta que:

— "O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou". (Mt 13:45,46.) 

O Evangelho de Jesus nos confronta, de tal forma, a revermos nossos valores. Ou cremos nas miscigenações religiosas – ou cremos no Evangelho. Somos compulsoriamente levados a tomar uma decisão. A melhor decisão é abrir mão de tudo pela Pérola de Grande Valor. 

São caminhos evidentemente diferentes. Não levam ao mesmo lugar. Precisamos decidir:

Um dos dois – alguém está mentindo.

Não há como conciliar todas as religiões e Cristo. Ele reivindica ser: O Caminho, e a Verdade, e a Vida e diz que ninguém vai ao Pai senão por Ele. (Jo 14.6)

Ou Jesus foi:

1)      Um impostor.

Ou Jesus é:

2)      Deus.

Uma coisa anula a outra.


  • A primeira alternativa anula todo o cristianismo bíblico.



  • A segunda alternativa anula todas as demais religiões do mundo. Inclusive aquelas que se dizendo cristãs – adotam costumes e tradições do sincretismo religioso.


No entanto, em dois mil anos de história não houve quem pudesse provar que Jesus era um impostor.

1-      Em nenhum outro livro da antiguidade há tão farto testemunho ocular e documentos literários tão confiáveis como os que relatam a vida e o ministério de Jesus.

2-      A própria ciência pode corroborar os fatos históricos que envolvem os milagres, ressuscitamentos e a própria ressurreição de Jesus.

3-      Igualmente, nós mesmos somos testemunhas de que Cristo Vive e tem confirmado nossa pregação com muitos sinais, os milagres que seguem aqueles que creem.

Quando analisamos estas evidências e os demais testemunhos da natureza, da ciência e da cosmovisão cristã, chegamos ao ponto em que vemos lúcida e racionalmente: 

👉Se Cristo é quem disse ser, automaticamente não há como conciliar Cristo com as demais religiões. Somos compungidos a escolher entre a e b. Nem todos os caminhos levam a Roma. Existe uma verdade absoluta. E existe o erro.

A desculpa da interpretação bíblica

Vale ressaltar que explicar tudo como se fosse simplesmente uma questão de interpretação não é coerente. Os princípios hermenêuticos sacros são universais. O que ocorre é uma interferência humana elevando a tradição, confissão ou revelação acima da Bíblia. Quando a Bíblia interpreta a Bíblia, sem interferências, eu tenho a chance de decidir se vou aceitar o seu apelo ou não.


Falar que "todos os caminhos levam a Roma" é:


1-     "Para evitar a fadiga" – Como dizia o personagem do famoso seriado. Querem evitar o esforço de buscar a verdade.

2-      É a glorificação da preguiça intelectual.

3-      A adoração do que é fútil.

4-      A promulgação da lei do menor esforço.

Certo filósofo disse que duvidar de tudo é tão fácil quanto acreditar em tudo, pois ambas as alternativas não exigem o esforço de pensar, estudar e questionar.

Quando nos aprofundamos no estudo de Cristo, somos compelidos naturalmente e racionalmente a entender que não existe outro caminho, nem outra verdade, nem outra vida que valha a pena viver fora de Cristo. 


Queremos Deus?

A grande questão, portanto, não é decidir se Cristo é a verdade, pois como podemos ver anteriormente, isto nem está em questão.

A grande questão é:

Queremos a Cristo ou não. Cabe a cada um de nós decidir o que faremos de Jesus chamado o Cristo. Diremos sim, ou diremos não ao seu Reino. 

Ele pode mudar a sua história

Conhecer a história de Cristo e sua verdade absoluta é algo que pode ser feito racionalmente, mas conhecer o próprio Cristo, aquele que pode transformar a história de sua vida, intimamente, é apenas pela fé. Esta decisão só é possível ao ser humano pelo Espírito Santo de Deus, que convence o homem do pecado, da justiça e do juízo.

Dê ouvidos ao Espírito de Deus. Dê um passo de fé. Se entregue a Ele!

1-Renove sua aliança com Cristo. Faça um compromisso com ele, de buscar e ter intimidade com ele.

2-Aceite o sacrifício da cruz, que Cristo fez por amar você. Aceite Jesus como único e suficiente Senhor e Salvador.

— “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. (2 Co 13.8)

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