As eleições estão chegando e mais uma vez o povo de Deus se une para dizer: - "Não vote em político abortista ou isentão!" ...

ELEIÇÕES. Só defende o aborto quem já nasceu.



As eleições estão chegando e mais uma vez o povo de Deus se une para dizer: - "Não vote em político abortista ou isentão!" Logo se ouve a réplica daqueles que se autodenominam "progressistas" - dizendo que estamos misturando Religião e Política e que o estado é laico e blá-blá-blá.
Em primeiro lugar, um estado laico não é um estado laicista - que proibe a fé. Pelo contrário, estado laico é aquele que protege todas as formas de fé e religião dos seus cidadãos. Nossa  sociedade tem princípios morais baseados na cultura judaico-cristã. E nenhum estado, governo ou economia jamais precedeu a moral de uma sociedade - e permaneceu existindo. Um aluno não saberia dizer se a nota seis na prova é boa se não houvesse um padrão real do que é bom - a nota dez. Nosso padrão do que é certo e verdadeiro também está exposto nas escrituras sagradas, e sem a existência de Deus ninguém saberia diferenciar o certo do errado - como uma selva que geme pelos efeitos da entrada do mal no mundo. Logo sabemos que matar um inocente ser humano é errado.
Portanto não estou criticando os políticos por conta de sua falta de fé ou liberdade de pensar diferente, mas pela sua defesa ao assassinato de crianças.

Já é um ditado popular: "SÓ É A FAVOR DO ABORTO QUEM JÁ NASCEU". Basta assistir uma luta de um bebê tentando viver na hora do aborto - fugindo desesperadamente do objeto ou química injetada - para entender que o ser humano sem limites vira um verdadeiro monstro insensível. O bebê tenta resistir de todas as formas porque quer viver.

O que caracteriza um assassinato? Seria o fato de estar ou não dentro da barriga da mãe? Isto é ser hipócrita. A vida é gerada dentro da vida, mas não é meramente uma extensão do corpo gerador. Uma vida é uma vida e não um dente que pode ser extraído e jogado no lixo hospitalar.

É lógico que o risco de vida tira a responsabilidade de nossas mãos, nos obrigando a escolher pela vida que tem mais chance - a mãe. Mas em caso de estupro, o inocente não deve pagar pela hediondez. Se a criança não for bem vinda pela memória do fato, poderá ser encaminhada a instituições responsáveis. Assassinar uma criança é tão hediondo quanto o estupro.

Nesse caso a luta é pela vida, e não pela fé. 
A política deveria existir para -justamente- defender a vida.
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