E ram três servos na parábola dos talentos, mas a maior parte da estória não foi gasta com os servos fiéis que dobraram a riqueza de s...

O homem que teve a coragem de enterrar o talento que recebeu



Eram três servos na parábola dos talentos, mas a maior parte da estória não foi gasta com os servos fiéis que dobraram a riqueza de seu senhor. O ponto alto da narração é quando um homem teve a coragem de enterrar o talento que recebeu. O medo do fracasso o levou a enterrar aquelas riquezas. Mas não sintamos pena deste homem, porque o que causou seu medo foi o orgulho. É o tipo de pessoa que sempre acha algum defeito no ministério de quem faz alguma coisa na obra de Deus. Mas ele mesmo não se arrisca na batalha pelas almas. O medo das críticas o deixa paralisado. Não suporta a ideia de ser criticado. Na verdade, só tememos que os outros nos façam aquilo que temos coragem de fazer aos outros. O orgulho é o combustível deste tipo de medo, são pessoas extremamente vaidosas, mas estão “deitadas eternamente em berço esplêndido”, neste sentido é que os tímidos ficarão de fora. Existem duas maneiras de pecar: fazendo coisas erradas e deixando de fazer as coisas certas. Certo imperador romano dizia: 
“- Perdi um dia!” - quando não tinha feito nada de bom pelo povo. Era um homem ímpio, mas deixa muitos cristãos envergonhados. 

“Aquele pois que sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado”. (Tg 4.17).