C onta-se que, na Guerra Russo-Japonesa, o exército japonês empreendeu um ataque a Port Arthur. Ao se aproximar do inimigo, ...

Os soldados que se ofereceram para morrer pelo imperador


         
Conta-se que, na Guerra Russo-Japonesa, o exército japonês empreendeu um ataque a Port Arthur. Ao se aproximar do inimigo, encontraram cercas de arame farpado. Estavam impedidos de atacar. Sem saída, teriam que recuar debaixo de fogo inimigo. Então o comandante pediu voluntários de seu exército para cortar as defesas de arame farpado. Deixou bem claro que não levariam armas, apenas um alicate. Explicou que seriam alvos dos atiradores inimigos, e que conseguiriam cortar um ou dois fios e cair morto. Em seu lugar outro voluntário cortaria mais um ou dois fios e também seria alvejado, até que todos os fios fossem cortados. O comandante argumentou que, apesar de morrerem, estes voluntários saberiam que por cima de seus cadáveres, o Exército do Imperador marcharia para a vitória. O incrível desta história é que regimentos inteiros se ofereceram em sacrifício, mesmo sabendo que morreriam. Certo político japonês, ao contar esta história, explicou que os japoneses não adoram o Imperador, mas o amam com total dedicação. Daí lançou um desafio aos cristãos: - “Se vocês, os cristãos, amassem o seu Deus tanto quanto amamos o nosso Imperador, já há muito tempo teriam conquistado o mundo para ele”.

Multidões de almas se encontram presas pelas forças espirituais do maligno. Nações inteiras, tribos, cidades, aldeias, nos mais longínquos rincões, no Brasil ou exterior, estão sob pesadas cadeias do mal. E nós? Ficaremos indiferentes? Poderia nossa consciência cristã, não nos alertar da urgência da obra missionária? Ou estará adormecida com o sono da indolência? Estas e outras questões de conscientização missionária, queremos abordar neste livro: UMA MISSÃO - DEUS CONTA COM VOCÊ - clique aqui