Temos uma geração de ministros que não lê Bíblia. Substituíram a Bíblia pelos comentários e esboços prontos. A própria facilidade da T...

Substituíram a Bíblia pelos comentários e esboços prontos.



Temos uma geração de ministros que não lê Bíblia. Substituíram a Bíblia pelos comentários e esboços prontos. A própria facilidade da Teologia Sistemática afasta de Deus, quando abandonam o Livro em troca dos compêndios. Aí tem um perigo ignorado, pois as Escrituras Sagradas são a fonte primária, o fundamento básico de toda homilética evangélica. Paulo usava muito bem a oratória, mas com princípios: 

“- E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder; para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. (1 Co 2.1-5) 

E Jesus para Paulo já era mais do que ele conseguia exaurir. Veja como ele fala: 

“-as insondáveis riquezas de Cristo”. (Ef 3.8).

Pressupondo que conhecemos a Bíblia, devemos interpretar e expor suas verdades. Daí resta-nos saber entregar a mensagem, a fim de que cada ouvinte consiga entender com clareza. Diz-se que a melhor mensagem é aquela que até uma criança pode entender. Charles W. Koller apresenta o conceito bíblico de pregação como: 

- “aquele processo único pelo qual Deus, mediante seu mensageiro escolhido, se introduz na família humana e coloca pessoas perante si, face a face”.


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